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E esta hein?!

Um blog para falar sobre tudo....Principalmente estupidez...

17.12.18

Não Plagiarás o Próximo - Blue Christmas

E esta hein

Porque nem sempre o Natal é feliz, o Não Plagiarás o Próximo - Especial de Natal desta semana fala sobre aquele Natal em que queriam passar com alguém que, pelos piores motivos, não estará com vocês.

Primeiramente conhecida através por Doye O'Dell (em 1948), Blue Christmas foi gravada por artistas tão variados como Rod Stewart, Michael Bublé, Kelly Clarkson, Johnny Cash, Dean Martin, para além das opções para votação de hoje.

Assim, para não terem um Blue Christmas tudo a votar na opção que gostam mais, a de Doye O'dell, Elvis Presley ou The Lumineers.

 

    Versão de Doye O'Dell

 

 

 

 

 

 

    

 

 

 

     Versão de Elvis Presley

 

 

 

 

 

   

 

 

   

 

 

     Versão de The Lumineers

 

 

 

 

 

 

 

 

Votação

 

 

 

 

10.12.18

Não Plagiarás o Próximo - Here Comes Santa Claus

E esta hein

Continuando na senda Natalícia, temos hoje uma música escrita por Gene Audry, que após ouvir o cântico "Here Comes Santa" no Hollywood Christmas Parade (desfile em Los Angeles que acontece no Domingo a seguir ao dia de Acção de Graças), teve a ideia para misturar não só a mitologia do Pai Natal como a de Paz na Terra do cristianismo.

Assim criou o hino da criançada "Here Comes Santa Claus (Down Santa Claus Lane)", onde vaticina o regresso do velhote das barbas brancas.

Para votação para além do original temos as versões de Elvis Presley e pasmem-se...de Mickey e Minnie Mouse (esses mesmos, os ratinhos )

     Versão de Gene Audrey

 

 

 

 

 

 

 

    Versão de Elvis Presley

    Versão de Mickey e Minnie Mouse

   

 

 

03.12.18

Não Plagiarás o Próximo - The Christmas Song (Chestnuts roasting on an open fire)

E esta hein

So this is Christmas...

Como estamos a entrar em Dezembro, os Não Plagiarás o Próximo deste mês serão todos para vos pôr com o espírito natalício, e que melhor forma para isso do que com música.

Em 1945, Bob Wells e Mel Thormé estavam a passar um grande calor nesse verão, tanto que decidiram ir dizendo coisas que os fossem fazendo lembrar de frio e do Natal, para esquecer esse mesmo calor. Assim nascia a "The Christmas Song (Chestnuts roasting on an open fire)", tornando-se uma das músicas de Natal mais conhecida de sempre. Primeiramente gravada pelo The Nat King Cole Trio esta música teve versões de artistas diversos como Michael Bublé, Frank Sinatra, Paul Mccartney, Christina Aguilera e recentemente até Cuca Roseta.

Assim, para voces tenho as versões de Nat King Cole, Ella Fitzgerald e Jessie J ft Babyface...Boa votação e boas Festas 

    Versão de Nat King Cole

Versão de Ella Fitzgerald

Versão de Jessie J ft Babyface

 

 

30.11.18

Está despedido...estava a brincar...agora é que está despedido...brincadeira...

E esta hein

Todos nós temos aquele amigo, que diz as coisas mais absurdas do mundo e logo a seguir remata com um..."Acreditaste? Estava só a brincar..."

 

" - Ah...estes jogadores não jogam nada...deviam era levar um enxerte de porrada....

  - O quê Bruno? (nome completamente fictício)

  - Oh estava só a brincar..." 

 

"  - Ah e tal...as leis são como as virgens...são para ser violadas!

   - Desculpe?

  - Estava a brincar como é óbvio" 

 

Assim é também Luis Filipe Vieira, presidente do Sport Lisboa e Benfica.

Primeiro foi com os jogadores do SCP

"- Ah e tal acho que vou fazer uma loucura e buscar não sei quantos jogadores do Sporting que rescindiram

(sussurrando) Sr Presidente, nenhum jogador quer vir

Ah! Mas acreditaram? Era uma brincadeira"

 

Ontem, Luis "Brincadeiras" Vieira voltou a atacar, quando despediu Rui Vitória .

Contudo, ao fim do dia, Luis Filipe Vieira veio fazer uma conferência de imprensa onde basicamente o resumo foi....."Estava a brincar, Rui Vitória é o nosso treinador" 

Peço desculpa, tenho que interromper o texto...Acaba de sair a notícia que Rui Vitória foi despedido novamente...temos até imagem já desse momento

Afinal não...Era brincadeira.... 

P.S. - cartoon de Henricartoon, se não conhecem nem vos quero no meu blog (estou a brincar...eu não tenho ninguém a ver o blog )

Bom Fim-de-Semana.

27.11.18

Abram alas para os jornaleiros (sim é para usar a música do Noddy)

E esta hein

Durante algum tempo na minha vida queria muito ser jornalista. Achava que o meu futuro era esse, e para tal estudei e fui para a universidade. Mal sabia eu que me bastava ter ido lá a um domingo e tinha tido um canudo, e entretanto quando soube foi quando ela fechou. 😂

 

Contudo, o tempo que lá passei deu-me para aprender algumas coisas, que não só deram para amar ainda mais o jornalismo, como para ver que em Portugal ele não era feito correctamente.

 

Aprendi que um jornal, um telejornal ou qualquer boletim informativo pode ter assuntos que na teoria não são tão importantes (na altura brincava-se com o sensacionalismo do extinto 24 horas por ex) mas não deixa de ter a obrigação de ser feito correctamente e de acordo com o código deontológico dos jornalistas.

 

Eu não sou muito de fofocas, mas hoje abrindo as redes sociais dei com um texto de um casal que é famoso a dar uma informação completamente pessoal e antes de tempo, algo que devia ser apenas e só destes, da família e dos seus. Contudo, uma vez que tiveram a informação que uma revista cor-de-rosa, que não obstante o seu conteúdo mais específico não deixa de ter jornalistas na sua redacção, iria fazer uma grande peça sobre a gravidez de Jessica Athayde. Assim, e como acharam que não deveria ser por uma revista que se saberia algo tão pessoal, decidiram "lixar os planos" de tal publicação.

 

Ora, que estes jovens (Jessica Athayde e Diogo Amaral) são figuras públicas é verdade, também foram eles que escolheram essa vida, mas isso não justifica arranjar factos completamente privados de alguém, seja ele quem for, para vender revistas. Como tal, vejo-me a concluir que na Universidade em que Sócrates tirou a sua Licenciatura, embora o nome desta tenha sido levado para a sarjeta, ainda me conseguiram ensinar algo que certos jornalistas não sabem. Entre elas, código deontológico, nomeadamente nos pontos:

Ponto 2 - "O jornalista deve combater a censura e o sensacionalismo..." Bem, ainda só vamos no ponto 2 e já começaram a falhar...

 

Ponto 4 - ". O jornalista deve utilizar meios leais para obter informações, imagens ou documentos e proibir-se de abusar da boa-fé de quem quer que seja... " - Tendo em conta que foram os próprios a reclamar, parece-me que também falharam este... Bem em 4 falharam 2...nada mau 😂

 

Ponto 6 -". O jornalista deve recusar as práticas jornalísticas que violentem a sua consciência. " aparentemente ou não tem consciência ou de 2 em 2 pontos eles falham.. 😂

 

Ponto 10 e para mim o mais importante nesta história - "O jornalista deve respeitar a privacidade dos cidadãos exceto quando estiver em causa o interesse público ou a conduta do indivíduo contradiga, manifestamente, valores e princípios que publicamente defende." Ora a menos que me arranjem imagens ou um texto deles a dizer que ninguém devia engravidar (lembro que Diogo Amaral é pai) acho que falharam redondamente nisto.

 

É triste para mim ver que os velhos do Restelo, aqueles que criticam tudo e são os primeiros a dizer que o jornalismo é tudo treta, e pérolas como essa, possam ter razão em alguns jornalistas... Não generalizando claro, mas a verdade é que deontologia é algo que está a faltar em vários sectores da sociedade, e neste caso concreto no jornalismo.

 

Pior que isso, é que aposto que havia muita gente que ia comprar essa revista.

Saudações eestianas.

26.11.18

Não Plagiarás o Próximo - La vie en Rose

E esta hein

A musica escolhida para hoje, é a verdadeira história de amor...as borboletas na barriga, o amor bonito...Edith Piaf escreveu em 1945 uma música falando de "Les choses en rose" oferecendo-a a Marianne Michel. Esta alterou ligeiramente, passando a cantar "La vie" em vez de "Les choses". Ironicamente, seria a autora da canção que iria ter o reconhecimento mundial com a música, que teve variadíssimas versões de vários artistas como Bing Crosby, Grace Jones ou Donna Summer e entrando em filmes como "Sabrina" (onde a própria Audrey Hepburn cantarola a música), "Prêt-a-porter" ou mais recente a nova versão de "A star is born".

Assim deixo-vos com as versões de Louis Armstrong e Michael Bublé, para além da original.

Votem bem.

        

        Versão de Marianne Michel

    

        Versão de Louis Armstrong

   

    Versão de Michael Bublé

 

12.11.18

Não Plagiarás o Próximo - Life on Mars

E esta hein

Em 1967, uma música francesa escrita por Claude François e Jacques Revaux e cantada por Hervé Gilard tinha muito sucesso na Europa. Essa música era "Comme D'Habitude" e falava sobre a estagnação numa relação e como está a perder o seu amor.

 

Em 1968, pediram a um jovem de 21 anos para escrever uma letra para essa mesma música, de modo a americanizarem a mesma. Essa letra falava sobre uma história de amor sobre um palhaço, e como nao se via o palhaço para lá da personagem. A letra foi rejeitada por Paul Anka, que faria a sua própria letra e que se tornaria no grande "My Way" cantado por Frank Sinatra.

 

Este jovem, chateado por ter sido rejeitado, criou a sua própria versão da música (a estrutura musical é a mesma), criando-a com uma letra sobre uma jovem que não se consegue adaptar ao mundo, sendo este um mundo de showbiz e futilidades.

 

Este jovem era não outro que David Bowie que criou assim uma obra-prima, música que para além de ter sido génerico de uma série Britânica com o mesmo nome, foi várias vezes usadas em bandas sonoras de várias séries e filmes.

 

Assim para cantar "Life on Mars" temos David Bowie, Seu Jorge (que gravou várias musicas de Bowie para a banda sonora do filme de Wes Anderson "The Life Aquatic with Steve Zissou") e António Zambujo (cuja versão faz parte do álbum de tributo Bowie 70, produzido por David Fonseca)

 

Só de realçar que a semana passada ganhou a grande Simone de Oliveira.

 

Saudações eestianas.

 

Versão de Bowie

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Versão de Seu Jorge 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Versão de Zambujo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Votação

 

 

 
05.11.18

Não Plagiarás o Próximo - Sol de Inverno

E esta hein

Numa altura em que a chuva voltou, trago-vos a votação o que todos pretendíamos agora...Um "Sol de Inverno".

 

Composta por Carlos Nóbrega e Sousa e Jerónimo Bragança para o Festival da Canção em 1965, a mesma foi cantada por nada mais nada menos que a grande Simone de Oliveira. 

Uma música sobre um amor que acaba, e onde a paixão e onde a vontade passa a um frio na alma e uma perdição, a música tornou-se uma das mais conhecidas de Simone, genérico de uma telenovela e também das melhores do cancioneiro português.

 

Para votação trago-vos não só a versão original, como as versões de Marisa Pinto (hoje Marisa Liz) e do jovem Tomás Adrião (vencedor do The Voice Portugal).

 

Como sempre, apresento-vos aqui as versões e convido-vos a votar...muito

 

Simone Oliveira - 1965

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Marisa Pinto - 2008

Tomás Adrião - 2017

29.10.18

Não Plagiarás o Próximo - Cry To Me

E esta hein

Depois da vitória da semana passada de Audrey Hepburn e o seu "Moon River", temos hoje uma música que embora faça parte de uma banda sonora de um filme, foi feita muito antes. Em 1962 Solomon Burke gravava uma música sexy, embora fosse sobre a solidão de alguem.

 

Com gravações de artistas com Dionne Warwick, The Rolling Stones ou Seal, "Cry To Me" (algo que um pai de uma criança de 2 anos ouve bastante...a criança a chorar, não a música) entrou também na Banda Sonora de Dirty Dancing, um filme cujo nome em Portugal era Dança Comigo (tudo a ver) e tornou-se a música perfeita para Julen Lopetegui depois do jogo de ontem 

 

Em votação teremos, para além da versão original, as versões de Betty Harris e Tom Petty. Se não votarem, habilitam-se a que pessoas como o Bolsonaro ganhem 

 

De lembrar que poderão votar aqui no post, ou então na barra lateral (se estiverem num PC) ou no fim da página (se for no telemovel)

 

    Versão de Solomon Burke

 

 

 

 

 

 

    Versão de Betty Harris

 

 

 

 

 

 

    Versão de Tom Petty

 

 

 

 

 

 

 

28.10.18

Well that's new

E esta hein

"As coisas, as coisas são como são. Uns chegam outros vão" Mas ele não.

 

Ângelo Firmino não está de volta, porque nunca chegou a ir. Mas aos álbuns está de volta e sempre dentro do seu estilo, sem manias, a fazer o que quer e não só o que dá dinheiro.

 

Depois da Rapublica, AC começou nos albuns há 20 anos  com o seu "Manda-Chuva" onde ficou conhecido por dizer a meninas para irem ter com os seus papás. Calculo que o objectivo era só que se desse mais valor aos pais, e se hoje os mesmos têm tantos direitos parentais foi por esta música....O quê? A música era sobre o quê? Bem, ao menos mostrou o que os papás não deviam deixar as meninas fazer. 

Era o início de uma carreira que se em tempos era "Anda cá ao papá", "Princesa (Beija-me outra vez" ou simplesmente ser directo com "Vamos f*der", hoje é um AC mais maduro que produz, grava, "rappa" e tem problemas sentimentais como qualquer casal. Boss é hoje um pai de família, algo que se percebe também no som que faz, som este que parece ser cada vez mais perto do que o artista quer fazer.

 

AC tem um álbum pessoal, que fala sobre problemas de casais em dois duetos (Matay e Ella Nor), mostra as suas raizes cabo-verdianas com os Supa Squad e Ferro Gaita (Catchupa Sab e É si propi), mostra partes do passado e da sua luta em "Portas e Janelas" e "Diabo na Terra" e ainda em "O Verdadeiro" com os companheiros Black Company e ainda  mostra respeito ao que já foi feito com samples simplesmente espectaculares de Tonicha (A bala) e também no que considero ser o melhor do álbum. Infelizmente não sendo pelos melhores motivos, AC usa um sample de Paulo de Carvalho (Maria Vida Fria) e deixa por momentos de ser o Boss e grava como Ângelo. O amigo de Bernardo Freitas Pinto, o DJ Bernas, falecido no ano passado. Um som completamente despido de género de rap, de métrica, seja do que for. Em 7 minutos mais ou menos, AC mostra algo completamente pessoal, algo que fará toda a gente identificar-se. 

 

"A vida Continua" é, em suma, um conjunto de histórias de AC, bem ao seu estilo, cheio de sons africanos, portugueses e muitas vezes brasileiros sobre o dia-a-dia que podia ser o de qualquer um de nós.

 

Um grande álbum que saiu na passada 6f e está agora disponível para escutarem no Spotify aqui no blog.

 

Fica aqui também o video do primeiro single, "Por favor (Diz-me)" acompanhado de Matay. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Saudações eestianas.

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