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E esta hein?!

Um blog para falar sobre tudo....Principalmente estupidez...

12.11.18

Não Plagiarás o Próximo - Life on Mars

E esta hein

Em 1967, uma música francesa escrita por Claude François e Jacques Revaux e cantada por Hervé Gilard tinha muito sucesso na Europa. Essa música era "Comme D'Habitude" e falava sobre a estagnação numa relação e como está a perder o seu amor.

 

Em 1968, pediram a um jovem de 21 anos para escrever uma letra para essa mesma música, de modo a americanizarem a mesma. Essa letra falava sobre uma história de amor sobre um palhaço, e como nao se via o palhaço para lá da personagem. A letra foi rejeitada por Paul Anka, que faria a sua própria letra e que se tornaria no grande "My Way" cantado por Frank Sinatra.

 

Este jovem, chateado por ter sido rejeitado, criou a sua própria versão da música (a estrutura musical é a mesma), criando-a com uma letra sobre uma jovem que não se consegue adaptar ao mundo, sendo este um mundo de showbiz e futilidades.

 

Este jovem era não outro que David Bowie que criou assim uma obra-prima, música que para além de ter sido génerico de uma série Britânica com o mesmo nome, foi várias vezes usadas em bandas sonoras de várias séries e filmes.

 

Assim para cantar "Life on Mars" temos David Bowie, Seu Jorge (que gravou várias musicas de Bowie para a banda sonora do filme de Wes Anderson "The Life Aquatic with Steve Zissou") e António Zambujo (cuja versão faz parte do álbum de tributo Bowie 70, produzido por David Fonseca)

 

Só de realçar que a semana passada ganhou a grande Simone de Oliveira.

 

Saudações eestianas.

 

Versão de Bowie

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Versão de Seu Jorge 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Versão de Zambujo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Votação

 

 

 
05.11.18

Não Plagiarás o Próximo - Sol de Inverno

E esta hein

Numa altura em que a chuva voltou, trago-vos a votação o que todos pretendíamos agora...Um "Sol de Inverno".

 

Composta por Carlos Nóbrega e Sousa e Jerónimo Bragança para o Festival da Canção em 1965, a mesma foi cantada por nada mais nada menos que a grande Simone de Oliveira. 

Uma música sobre um amor que acaba, e onde a paixão e onde a vontade passa a um frio na alma e uma perdição, a música tornou-se uma das mais conhecidas de Simone, genérico de uma telenovela e também das melhores do cancioneiro português.

 

Para votação trago-vos não só a versão original, como as versões de Marisa Pinto (hoje Marisa Liz) e do jovem Tomás Adrião (vencedor do The Voice Portugal).

 

Como sempre, apresento-vos aqui as versões e convido-vos a votar...muito

 

Simone Oliveira - 1965

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Marisa Pinto - 2008

Tomás Adrião - 2017

Votação

 

 

 

29.10.18

Não Plagiarás o Próximo - Cry To Me

E esta hein

Depois da vitória da semana passada de Audrey Hepburn e o seu "Moon River", temos hoje uma música que embora faça parte de uma banda sonora de um filme, foi feita muito antes. Em 1962 Solomon Burke gravava uma música sexy, embora fosse sobre a solidão de alguem.

 

Com gravações de artistas com Dionne Warwick, The Rolling Stones ou Seal, "Cry To Me" (algo que um pai de uma criança de 2 anos ouve bastante...a criança a chorar, não a música) entrou também na Banda Sonora de Dirty Dancing, um filme cujo nome em Portugal era Dança Comigo (tudo a ver) e tornou-se a música perfeita para Julen Lopetegui depois do jogo de ontem 

 

Em votação teremos, para além da versão original, as versões de Betty Harris e Tom Petty. Se não votarem, habilitam-se a que pessoas como o Bolsonaro ganhem 

 

De lembrar que poderão votar aqui no post, ou então na barra lateral (se estiverem num PC) ou no fim da página (se for no telemovel)

 

Versão de Solomon Burke


 

 

 

Versão de Betty Harris

 

 

Versão de Tom Petty

 

 

 Votação

 

 

 

 

Toca a votar 

28.10.18

Well that's new

E esta hein

"As coisas, as coisas são como são. Uns chegam outros vão" Mas ele não.

 

Ângelo Firmino não está de volta, porque nunca chegou a ir. Mas aos álbuns está de volta e sempre dentro do seu estilo, sem manias, a fazer o que quer e não só o que dá dinheiro.

 

Depois da Rapublica, AC começou nos albuns há 20 anos  com o seu "Manda-Chuva" onde ficou conhecido por dizer a meninas para irem ter com os seus papás. Calculo que o objectivo era só que se desse mais valor aos pais, e se hoje os mesmos têm tantos direitos parentais foi por esta música....O quê? A música era sobre o quê? Bem, ao menos mostrou o que os papás não deviam deixar as meninas fazer. 

Era o início de uma carreira que se em tempos era "Anda cá ao papá", "Princesa (Beija-me outra vez" ou simplesmente ser directo com "Vamos f*der", hoje é um AC mais maduro que produz, grava, "rappa" e tem problemas sentimentais como qualquer casal. Boss é hoje um pai de família, algo que se percebe também no som que faz, som este que parece ser cada vez mais perto do que o artista quer fazer.

 

AC tem um álbum pessoal, que fala sobre problemas de casais em dois duetos (Matay e Ella Nor), mostra as suas raizes cabo-verdianas com os Supa Squad e Ferro Gaita (Catchupa Sab e É si propi), mostra partes do passado e da sua luta em "Portas e Janelas" e "Diabo na Terra" e ainda em "O Verdadeiro" com os companheiros Black Company e ainda  mostra respeito ao que já foi feito com samples simplesmente espectaculares de Tonicha (A bala) e também no que considero ser o melhor do álbum. Infelizmente não sendo pelos melhores motivos, AC usa um sample de Paulo de Carvalho (Maria Vida Fria) e deixa por momentos de ser o Boss e grava como Ângelo. O amigo de Bernardo Freitas Pinto, o DJ Bernas, falecido no ano passado. Um som completamente despido de género de rap, de métrica, seja do que for. Em 7 minutos mais ou menos, AC mostra algo completamente pessoal, algo que fará toda a gente identificar-se. 

 

"A vida Continua" é, em suma, um conjunto de histórias de AC, bem ao seu estilo, cheio de sons africanos, portugueses e muitas vezes brasileiros sobre o dia-a-dia que podia ser o de qualquer um de nós.

 

Um grande álbum que saiu na passada 6f e está agora disponível para escutarem no Spotify aqui no blog.

 

Fica aqui também o video do primeiro single, "Por favor (Diz-me)" acompanhado de Matay. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Saudações eestianas.

23.10.18

Desperate for a House and a Wife

E esta hein

Procurando nestes dias por uma casa, comecei a dar por mim a fazer um paralelismo interessante...e por interessante quero dizer parvo 

 

Procurar por uma casa é rigorosamente o mesmo que procurar pelo amor, e consigo provar a minha teoria sem problema. (é mentira, mas vou tentar na mesma)

 

Começamos logo pela procura. Se procuramos pela internet, nunca nos sai o que encontramos. As fotos são sempre bem mais giras que o original e quando vemos em carne e osso fica sempre aquele sabor amargo de quem tinha visto um belo Ferrari e quando chega ao sítio vê um Fiat Uno de 1989 com um Cavalinho à frente no lugar do logo. Se não é pela Internet e vamos "às escuras", fartamos de ver várias e cada uma com mais defeitos que as outras.

 

Depois, na procura de uma casa assim como de um amor, a verdade é que quanto mais velha menos valor tem. As pessoas procuraram (às vezes erradamente) por algo novinho, algo que ainda reluz...e as velhas vão ficando apenas se mais nada resultar...a menos que tenham remodelações, e aí voltam logo a estar na mó de cima, mesmo que no fundo ninguem repare que por baixo de toda a obra bonita e daquela cozinha remodelada...a canalização está toda podre. 

 

Se estamos há muito tempo à procura, ficamos desesperados. Só pensamos nisso. Vemos qualidades em casas que não as têm, e procuramos amor fácil em casas que não interessam, deixando-nos apenas com a garagem completamente escancarada e vazia.

Outra similiaridade entre sair pela primeira vez e quando encontramos a "casa perfeita" é....Pagamos logo à cabeça...Ou pagamos um jantar e cinema, ou estamos a pagar caução...e em ambos temos o mesmo problema...não sabemos ao certo o que estamos a pagar, ou se vale a pena pois não? Pior do que isso, é que quando efectivamente escolhes, ficas a pagá-la para o resto da vida. E se com o tempo viste que não era aquela a casa que queriam (sim, porque depois passam uma vida inteira a achar que até têm uma casa porreira, mas queriam sempre uma maior) já pagaste por ela, e o dinheiro já não volta

Quando vemos uma casa, fresquinha, novinha e na plenitude das suas capacidades...apaixonamos pelas pequenas coisas...a pequena lareira, a pequena garagem...e passado algum tempo, essa mesma lareira é uma seca, irrita ter que a limpar, irrita cada vez que a lareira deixa as cuecas na casa-de-banho e a roupa espalhada pela casa...Espera, estava a falar do quê mesmo?

Resumindo, quando tentamos escolher uma casa, temos tudo esquematizado...queremos um T3 com lareira, garagem, ar condicionado e uma bimby...Mas de repente vemos aquele pequeno T2 com um pequeno quintalinho e apaixonamo-nos...e a vida nunca será a mesma...

 

Saudações eestianas.

 

 P.S - Maria Capaz (ou Rita Ferro Rodrigues), antes de me vir linchar publicamente pelo meu machismo, estas regras aplicam-se em qualquer género ou sexualidade (sejam vocês heterossexuais, homossexuais, pansexuais ou os 320 géneros sexuais que existem hoje em dia)

22.10.18

Não plagiarás o Próximo - Moon River

E esta hein

Depois de Nat King Cole ter vencido a votação da semana passada, esta semana temos uma música que foi vencedora do Óscar para Melhor Canção Original em 1961 e ganhou o Grammy em 1962 para Melhor Gravação e Melhor Canção. Uma música criada especificamente para o filme "Breakfast at Tiffany's" e que ganhou na voz doce de Audrey Hepburn uma dimensão fantástica.

Criada por Henry Mancini (criador dos genéricos da Pantera Cor-de-Rosa e Charlie's Angel's, entre outras) e com letra de Johnny Mercer (escritor de clássicos como "You must have been a beautiful baby", "Come Rain or Come Shine" ou a adaptação de "Summer Wind") tinha todo o potencial para correr bem, menos para o presidente da Paramount Studios que ao ver um screening do filme disse que o filme estava interessante, mas que a cena icónica de Audrey Hepburn a cantar a música sob o olhar entusiasmado de George Peppard teria que sair, ao que Audrey respondeu "Só por cima do meu cadáver". E o resto, é história.

 

Assim temos 3 versões da música bem diferentes, a original, a versão da diva Aretha Franklin e a versão ao vivo da banda americana The Killers. Para votar, já sabem à vossa direita (se estão a ver isto num computador) ou mais no fim da página se estão a ver no telemóvel. Boa votação.

 

Versão de Audrey Hepburn - 1961

 

Versão de Aretha Franklin - 1963

 

The Killers - 2011

 

16.10.18

Que Terra é a Nossa?

E esta hein

 

terra nossa.png

 

 

Cristina Ferreira é sem dúvida um dos nomes mais falados em Portugal hoje em dia (com excepção talvez das actividades físicas de um tal de Cristiano Ronaldo), muito por culpa da transferência mediática para a SIC. A menina da Malveira é um dos nomes do empreendedorismo e também da Televisão, pela sua persistência, pela sua entrega e pela sua paixão. 

Mostrando que nem onde nascemos nem o que o futuro nos destina (na teoria) interessa, Cristina tem lutado pelo pequeno império que tem até chegar a esta transferência bombástica (porque para dar ênfase hoje em dia tudo é bombástico, não é TV GUIA? ) E na minha opinião, começa-se já a notar a influência de Cristina na SIC.

 

No passado domingo deu o último episódio de um programa que considero ser o verdadeiro bom Reality Show. Em "Terra Nossa" César Mourão desmistificou não só algumas pessoas que à partida pareciam mais distantes (casos de Mourinho ou Pinto da Costa) como foi mostrando pessoas reais, que existem pelo nosso pais fora e que demonstram o nosso povo. 

Tudo de uma forma natural, sem prender pessoas em casa tipo ratos de laboratórios, e sem nenhum tipo de preconceito, César (já somos amigos, pelo que posso tratar assim ) conseguiu brincar com as pessoas, mostrar os estereótipos que existem por serem reais, tudo sem discriminar, sem achincalhar, apenas mostrou.

Mostrou a senhora do mercado do Bulhão ou de Setúbal, mostrou a senhora da recepção do centro de dia que gosta do Tony Carreira, mostrou o "pintas" que quer ser o Quim Barreiros. Mostrou no fundo o nosso país, pois o que é um país se não o conjunto das pessoas que lá estão?

Porque é que eu comecei por falar na Cristina? Ora então este belo programa que conseguiu bastante audiência, que pôs as pessoas à 2ª feira a dizer "Viste o Sérgio Mourão?" (porque nunca ninguém sabe o nome do homem), que colocou pessoas ao domingo a rir e a conhecer lados menos conhecidos de artistas, treinadores, presidentes muito importantes para o país e também do Dr. Marcelo Rebelo de Sousa (brincadeirinha), vai ser substituído por um...reality show.

Mas não destes que vos falei, um daqueles onde juntamos pessoas que querem ser conhecidas a fazer coisas de indole questionável, e que não se importam porque no fim ganham dinheiro e neste caso a tortura é tão grande que até podem ganhar...uma sogra.

A partir do próximo domingo (e ao que percebi aos fins do dia) teremos um programa onde as pessoas se conhecem no dia do casamento (à boa moda indiana) e depois têm 8 semanas para decidir se querem continuar, que como se sabe é mais ou menos o tempo dos casamentos bem sucedidos hoje em dia.

 

Numa noticia hoje veiculada também referem que existe uma probabilidade da SIC querer produzir uma versão do BIG BROTHER (porque estamos em 2000) onde Cristina (lá está) seria a apresentadora. Ora, não pode nunca ser uma coincidência que o novo rumo da SIC sejam reality shows (que eu sei que as pessoas vêem), algo que durante muito tempo se dizia que era algo quase exclusivo da TVI. Cristina veio para ganhar, e sabe que para ganhar é dar algo que as pessoas querem, que são os reality shows. Algo que se perguntarmos, ninguém vê, mas que dá sempre as audiências aos canais.

 

Eu não estou a criticar que as pessoas gostem de reality shows, ou que até existam os mesmos na TV Portuguesa, mas era mesmo necessário mais um? Era mesmo necessário que a grelha fossem programas da manhã/tarde, novelas e reality shows?

 

Atrevo-me a dizer que neste momento, o outrora patinho feio que era a estação pública é neste momento a mais diversificada e com mais qualidade. Ela tem gameshows, ela tem programas da manhã, tem novelas e têm séries, de qualidade e feitas por quem sabe. Nos ultimos tempos (e atenção que nao quero deixar ninguem de fora, e isto reflete apenas o meu gosto), séries como "Ministério do Tempo", "Sim Chefe", "Idiotas Ponto" ou a mais recente criação de Bruno Nogueira "Sara" vieram mostrar que se pode fazer boa televisão, bom entertenimento sem recorrer ao normal. À choradeira, ao diz que disse...

 

Cristina Ferreira veio mudar o paradigma da Televisão...agora, terá sido para melhor?

 

Saudações eestianas.    

15.10.18

Não Plagiarás o Próximo - When I Fall In Love

E esta hein

Não há melhor maneira de fazer regressar o blog do que com a versão de alguém que se vai retirar 

 

Pois é, Michael Steven Bublé, vencedor de 4 grammys e 50 milhões de discos depois decidiu que estava na hora de sair por cima. Por motivos pessoais, e após a luta do pequeno Noah, Michael decidiu que estava na hora de arrumar o microfone e deixar os fãs com o que ele considera "o álbum perfeito". Love, que sairá no dia 16 de novembro e que será o 10º álbum (e último) do canadiano, conta com alguns originais,como o single já conhecido "Love You Anymore",e outros covers como "La vie en Rose" ou a música que vos trago hoje.

 

"When I Fall In Love", composta por Victor Young e Edward Heyman, foi conhecida através do filme "One Minute to Zero", tendo-se tornado depois num dos mais famosos Standards (música popular gravada variadas vezes).

 

Assim trago-vos para mim as 3 versões que mais gosto e poderão se assim pretenderem votar na que preferem também na sondagem à direita. O eestahein está de volta (vamos ver por quanto tempo )

 

Versão Michael Bublé - 2018

 

Versão Nat King Cole - 1956

 

Versão Tom Jones - 1966

 

31.10.17

Halloween The Musical

E esta hein

Não, não vamos ver Michael Myers a dançar e a cantar enquanto esquarteja adolescentes nos anos 80, mas sendo Dia de Halloween e sendo que adoro música, achei que fazia sentido fazer um Top 10 de músicas para ouvirem e entrarem no espírito (get it? Espirito? Sou mesmo engraçado...)

 

Nº 10 - Halloween Song - John Carpenter

Alguém consegue ouvir esta música sem desatar a correr a pensar que o Michael Myers vem aí???

 

Nº 9 - Everybreath you Take - The Police

Ao verem esta música, poderão pensar...mas que raio é que isto tem a ver com o Halloween. Fácil...sempre que respirares, sempre que te mexeres...eu vou estar a ver...não meus caros...isso não é nada estranho...

 

Nº 8 - Bad Moon Rising - Creedance Clearwater Revival

Com o aparecimento da Bad Moon, vêm todo o tipo de monstros do nosso imaginário...os lobisomens, os bichos papões....as pitas que querem ir para o Urban sacar gajos...bem...é isso....

 

Nº 7 - Funeral March - Chopin

É preciso palavras para esta? 

 

Nº 6 - Pshycho Killer - Talking Heads

Psycho Killer, Qu'est que ce? Fam fam fam...

 

Nº 5 - Higway to Hell - AC/DC

E ao chegar a metade do nosso top, vamos numa viagem ao inferno com um vocalista que parece uma velha a gritar, e provavelmente a gritar com o menino de calções com a guitarra na mão, por estar a fazer muito barulho (por favor que os AC/DC me perdoem, pois como todos sabemos são leitores assíduos do blog)

 

Nº 4 - Somebody's Watching Me - Rockwell

Música que ao mesmo tempo nos assusta com sintetizadores, stalker's e duches demasiado longos...e com o facto de Michael Jackson aparecer como backing vocal desse grande nome da música...Rockwell...

 

Nº 3 - Demons - Imagine Dragons

Dragões que falam de demónios...sim, podiam ser os adeptos do FC Porto a pensar há quantos anos não ganham um título mas não, são mesmo demónios daqueles que não podem faltar no Halloween e a conseguir o ultimo lugar do pódio

 

Nº 2 - Thriller - Michael Jackson

Música "óbvia" e que faria parte de todas as playlists de músicas boas para o Halloween. Só não fica em primeiro, porque a que fica assusta-me para caraças...

 

Nº 1 - Engel - Rammstein

Já para não falar no distorcido que o videoclip é, sou só eu que oiço aquele assobio e sinto que um serial killer vai entrar pela porta e sodomiz....bem, porque raio é que um serial killer iria sodomiz...porque é que não acabo de escrever a palavra sodomi....bem vocês perceberam...

 

Espero que tenham gostado e se vos apetecer ouvir estas músicas todas numa playlist saibam que o podem fazer em:

- Spotify: https://open.spotify.com/user/jonyshoei/playlist/5fzTjeLxxIfUEKSOxX96Wm

- Meo Music: http://meomusic.pt/playlist/E8xrJRVRcUUVygtdPX9iJg

 

Saudações eestianas

30.10.17

Eu fiz isso? A sério? Nããããããooooo....

E esta hein

Kevin Spacey foi acusado por Anthony Rapp de ter tentado abusar do jovem rapaz (na altura tinha apenas 14 anos). Supostamente, Kevin convidou Anthony para o quarto dele (o que faz sentido o jovem ter aceite) e citando o actor de "Star Trek" "Ele carregou-me no colo como um noivo carrega a noiva. Mas eu não me afastei inicialmente, porque pensava: 'o que está a acontecer?'. Ele, então, deitou-se em cima de mim".

 

Ora, tudo isto que digo foi em 1986 e Anthony aproveitou todo o escândalo Harvey Weinstein para vir agora falar de tudo isto e tentar ajudar mais pessoas.

 

Claro que Kevin Spacey veio logo desm....o quê? Não desmentiu? Oi? Qual foi a resposta? AHHHHHH....

 

Kevin Spacey respondeu "Ah e tal, desculpa lá rapazito que eu até gosto muito do teu trabalho...devia estar bêbado...e já agora, admito...Sou Gay!"

 

Ou seja, à pergunta "Você Tentou abusar sexualmente de um jovem de 14 anos?" Kevin Spacey respondeu "Sim, Sou Gay". É impressão minha ou não foi essa a pergunta?

 

José Sócrates, ganhando coragem com toda esta situação, decidiu chamar a imprensa e à pergunta "O que tem a dizer de ter sido formalmente acusado dos crimes de corrupção passiva de titular de cargo político, branqueamento de capitais, falsificação de documento e fraude fiscal qualificada?" Respondeu....

 

"É verdade....tenho vergonha...mas toco acordeão nas horas vagas" 

 

Pequenos apontamentos a toda esta situação:

- Detesto quando faço coisas bêbado que não faria normalmente...Kevin abusa de criancinhas, eu bêbado falo fluentemente Russo.

- Quando me acusam de ter feito algo de errado, sou igual a Kevin. "Porque é que você não cumpriu o prazo e entregou aquele relatório que eu precisava a horas?" Desculpe, gosto muito do seu trabalho enquanto chefe, mas a verdade é que Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiose é a doença que é transmitida ao inspirar as cinzas causadas por uma erupção vulcânica.

- É impressão minha ou o Anthony é daqueles gajos que todos conhecemos nas empresas em que toda a gente diz que está tudo mal, e eles ficam caladinhos, e depois se alguém faz efectivamente alguma coisa ele aparece e diz Ah, mas eu também acho que é assim porque eu fiz isto e aquilo...Oh Silva, agora cala-te...

 

Agora desculpem lá mas bebi uma vinhaça ao almoço por isso...

 

поздравления вас приветствуют ( e agora vou ser acusado também de apoiar o Putin)

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