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E esta hein?!

Um blog para falar sobre tudo....Principalmente estupidez...

10.12.18

Não Plagiarás o Próximo - Here Comes Santa Claus

E esta hein

Continuando na senda Natalícia, temos hoje uma música escrita por Gene Audry, que após ouvir o cântico "Here Comes Santa" no Hollywood Christmas Parade (desfile em Los Angeles que acontece no Domingo a seguir ao dia de Acção de Graças), teve a ideia para misturar não só a mitologia do Pai Natal como a de Paz na Terra do cristianismo.

Assim criou o hino da criançada "Here Comes Santa Claus (Down Santa Claus Lane)", onde vaticina o regresso do velhote das barbas brancas.

Para votação para além do original temos as versões de Elvis Presley e pasmem-se...de Mickey e Minnie Mouse (esses mesmos, os ratinhos )

     Versão de Gene Audrey

 

 

 

 

 

 

 

    Versão de Elvis Presley

    Versão de Mickey e Minnie Mouse

    Votação

     

 

 

 

03.12.18

Não Plagiarás o Próximo - The Christmas Song (Chestnuts roasting on an open fire)

E esta hein

So this is Christmas...

Como estamos a entrar em Dezembro, os Não Plagiarás o Próximo deste mês serão todos para vos pôr com o espírito natalício, e que melhor forma para isso do que com música.

Em 1945, Bob Wells e Mel Thormé estavam a passar um grande calor nesse verão, tanto que decidiram ir dizendo coisas que os fossem fazendo lembrar de frio e do Natal, para esquecer esse mesmo calor. Assim nascia a "The Christmas Song (Chestnuts roasting on an open fire)", tornando-se uma das músicas de Natal mais conhecida de sempre. Primeiramente gravada pelo The Nat King Cole Trio esta música teve versões de artistas diversos como Michael Bublé, Frank Sinatra, Paul Mccartney, Christina Aguilera e recentemente até Cuca Roseta.

Assim, para voces tenho as versões de Nat King Cole, Ella Fitzgerald e Jessie J ft Babyface...Boa votação e boas Festas 

    Versão de Nat King Cole

Versão de Ella Fitzgerald

Versão de Jessie J ft Babyface

Votação

 

 

 

 

26.11.18

Não Plagiarás o Próximo - La vie en Rose

E esta hein

A musica escolhida para hoje, é a verdadeira história de amor...as borboletas na barriga, o amor bonito...Edith Piaf escreveu em 1945 uma música falando de "Les choses en rose" oferecendo-a a Marianne Michel. Esta alterou ligeiramente, passando a cantar "La vie" em vez de "Les choses". Ironicamente, seria a autora da canção que iria ter o reconhecimento mundial com a música, que teve variadíssimas versões de vários artistas como Bing Crosby, Grace Jones ou Donna Summer e entrando em filmes como "Sabrina" (onde a própria Audrey Hepburn cantarola a música), "Prêt-a-porter" ou mais recente a nova versão de "A star is born".

Assim deixo-vos com as versões de Louis Armstrong e Michael Bublé, para além da original.

Votem bem.

     

    Versão de Marianne Michel 

    Versão de Louis Armstrong

    Versão de Michael Bublé

Votação

 

 

12.11.18

Não Plagiarás o Próximo - Life on Mars

E esta hein

Em 1967, uma música francesa escrita por Claude François e Jacques Revaux e cantada por Hervé Gilard tinha muito sucesso na Europa. Essa música era "Comme D'Habitude" e falava sobre a estagnação numa relação e como está a perder o seu amor.

 

Em 1968, pediram a um jovem de 21 anos para escrever uma letra para essa mesma música, de modo a americanizarem a mesma. Essa letra falava sobre uma história de amor sobre um palhaço, e como nao se via o palhaço para lá da personagem. A letra foi rejeitada por Paul Anka, que faria a sua própria letra e que se tornaria no grande "My Way" cantado por Frank Sinatra.

 

Este jovem, chateado por ter sido rejeitado, criou a sua própria versão da música (a estrutura musical é a mesma), criando-a com uma letra sobre uma jovem que não se consegue adaptar ao mundo, sendo este um mundo de showbiz e futilidades.

 

Este jovem era não outro que David Bowie que criou assim uma obra-prima, música que para além de ter sido génerico de uma série Britânica com o mesmo nome, foi várias vezes usadas em bandas sonoras de várias séries e filmes.

 

Assim para cantar "Life on Mars" temos David Bowie, Seu Jorge (que gravou várias musicas de Bowie para a banda sonora do filme de Wes Anderson "The Life Aquatic with Steve Zissou") e António Zambujo (cuja versão faz parte do álbum de tributo Bowie 70, produzido por David Fonseca)

 

Só de realçar que a semana passada ganhou a grande Simone de Oliveira.

 

Saudações eestianas.

 

Versão de Bowie

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Versão de Seu Jorge 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Versão de Zambujo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Votação

 

 

 
05.11.18

Não Plagiarás o Próximo - Sol de Inverno

E esta hein

Numa altura em que a chuva voltou, trago-vos a votação o que todos pretendíamos agora...Um "Sol de Inverno".

 

Composta por Carlos Nóbrega e Sousa e Jerónimo Bragança para o Festival da Canção em 1965, a mesma foi cantada por nada mais nada menos que a grande Simone de Oliveira. 

Uma música sobre um amor que acaba, e onde a paixão e onde a vontade passa a um frio na alma e uma perdição, a música tornou-se uma das mais conhecidas de Simone, genérico de uma telenovela e também das melhores do cancioneiro português.

 

Para votação trago-vos não só a versão original, como as versões de Marisa Pinto (hoje Marisa Liz) e do jovem Tomás Adrião (vencedor do The Voice Portugal).

 

Como sempre, apresento-vos aqui as versões e convido-vos a votar...muito

 

Simone Oliveira - 1965

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Marisa Pinto - 2008

Tomás Adrião - 2017

Votação

 

 

 

29.10.18

Não Plagiarás o Próximo - Cry To Me

E esta hein

Depois da vitória da semana passada de Audrey Hepburn e o seu "Moon River", temos hoje uma música que embora faça parte de uma banda sonora de um filme, foi feita muito antes. Em 1962 Solomon Burke gravava uma música sexy, embora fosse sobre a solidão de alguem.

 

Com gravações de artistas com Dionne Warwick, The Rolling Stones ou Seal, "Cry To Me" (algo que um pai de uma criança de 2 anos ouve bastante...a criança a chorar, não a música) entrou também na Banda Sonora de Dirty Dancing, um filme cujo nome em Portugal era Dança Comigo (tudo a ver) e tornou-se a música perfeita para Julen Lopetegui depois do jogo de ontem 

 

Em votação teremos, para além da versão original, as versões de Betty Harris e Tom Petty. Se não votarem, habilitam-se a que pessoas como o Bolsonaro ganhem 

 

De lembrar que poderão votar aqui no post, ou então na barra lateral (se estiverem num PC) ou no fim da página (se for no telemovel)

 

Versão de Solomon Burke


 

 

 

Versão de Betty Harris

 

 

Versão de Tom Petty

 

 

 Votação

 

 

 

 

Toca a votar 

28.10.18

Well that's new

E esta hein

"As coisas, as coisas são como são. Uns chegam outros vão" Mas ele não.

 

Ângelo Firmino não está de volta, porque nunca chegou a ir. Mas aos álbuns está de volta e sempre dentro do seu estilo, sem manias, a fazer o que quer e não só o que dá dinheiro.

 

Depois da Rapublica, AC começou nos albuns há 20 anos  com o seu "Manda-Chuva" onde ficou conhecido por dizer a meninas para irem ter com os seus papás. Calculo que o objectivo era só que se desse mais valor aos pais, e se hoje os mesmos têm tantos direitos parentais foi por esta música....O quê? A música era sobre o quê? Bem, ao menos mostrou o que os papás não deviam deixar as meninas fazer. 

Era o início de uma carreira que se em tempos era "Anda cá ao papá", "Princesa (Beija-me outra vez" ou simplesmente ser directo com "Vamos f*der", hoje é um AC mais maduro que produz, grava, "rappa" e tem problemas sentimentais como qualquer casal. Boss é hoje um pai de família, algo que se percebe também no som que faz, som este que parece ser cada vez mais perto do que o artista quer fazer.

 

AC tem um álbum pessoal, que fala sobre problemas de casais em dois duetos (Matay e Ella Nor), mostra as suas raizes cabo-verdianas com os Supa Squad e Ferro Gaita (Catchupa Sab e É si propi), mostra partes do passado e da sua luta em "Portas e Janelas" e "Diabo na Terra" e ainda em "O Verdadeiro" com os companheiros Black Company e ainda  mostra respeito ao que já foi feito com samples simplesmente espectaculares de Tonicha (A bala) e também no que considero ser o melhor do álbum. Infelizmente não sendo pelos melhores motivos, AC usa um sample de Paulo de Carvalho (Maria Vida Fria) e deixa por momentos de ser o Boss e grava como Ângelo. O amigo de Bernardo Freitas Pinto, o DJ Bernas, falecido no ano passado. Um som completamente despido de género de rap, de métrica, seja do que for. Em 7 minutos mais ou menos, AC mostra algo completamente pessoal, algo que fará toda a gente identificar-se. 

 

"A vida Continua" é, em suma, um conjunto de histórias de AC, bem ao seu estilo, cheio de sons africanos, portugueses e muitas vezes brasileiros sobre o dia-a-dia que podia ser o de qualquer um de nós.

 

Um grande álbum que saiu na passada 6f e está agora disponível para escutarem no Spotify aqui no blog.

 

Fica aqui também o video do primeiro single, "Por favor (Diz-me)" acompanhado de Matay. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Saudações eestianas.

22.10.18

Não plagiarás o Próximo - Moon River

E esta hein

Depois de Nat King Cole ter vencido a votação da semana passada, esta semana temos uma música que foi vencedora do Óscar para Melhor Canção Original em 1961 e ganhou o Grammy em 1962 para Melhor Gravação e Melhor Canção. Uma música criada especificamente para o filme "Breakfast at Tiffany's" e que ganhou na voz doce de Audrey Hepburn uma dimensão fantástica.

Criada por Henry Mancini (criador dos genéricos da Pantera Cor-de-Rosa e Charlie's Angel's, entre outras) e com letra de Johnny Mercer (escritor de clássicos como "You must have been a beautiful baby", "Come Rain or Come Shine" ou a adaptação de "Summer Wind") tinha todo o potencial para correr bem, menos para o presidente da Paramount Studios que ao ver um screening do filme disse que o filme estava interessante, mas que a cena icónica de Audrey Hepburn a cantar a música sob o olhar entusiasmado de George Peppard teria que sair, ao que Audrey respondeu "Só por cima do meu cadáver". E o resto, é história.

 

Assim temos 3 versões da música bem diferentes, a original, a versão da diva Aretha Franklin e a versão ao vivo da banda americana The Killers. Para votar, já sabem à vossa direita (se estão a ver isto num computador) ou mais no fim da página se estão a ver no telemóvel. Boa votação.

 

Versão de Audrey Hepburn - 1961

 

Versão de Aretha Franklin - 1963

 

The Killers - 2011

 

25.09.17

Não Plagiarás o Próximo - To Love Somebody

E esta hein

Neste tão esperado regresso do E Esta Hein?! (esperado por milhares de pessoas...vá, centenas de pessoas...ok, obrigado Mãe por quereres o regresso do blog ), nada como pegar numa rubrica antiga, dar-lhe um nome novo e dizer "Não Percam! Nova Rubrica no E Esta Hein?!".

 

Assim, e inspirado pelas recentes polémicas relativamente ao Sr. António que copiava músicas de intérpretes franceses, mexicanos e tudo o que vendesse discos, a rubrica que vos põe a votar (deve pôr) no melhor cover a uma determinada musica voltou, com um novo nome, mas com a estupidez do normal 

 

A música que vos trago hoje foi escrita em 1967 pelos irmãos Barry e Robin Gibb, pedida pelo agente da banda dos irmãos Robert Stigwood e supostamente para ser cantada por um senhor chamado Otis Redding. Foi lançada pelos Bee Gees em Julho do mesmo ano, e curiosamente, uma vez que Otis faleceu no final de 67, nunca chegou a gravar a música.

 

A mesma tornou-se uma das baladas mais conhecidas da banda dos 3 irmãos nascidos na Ilha de Man (que como toda a gente sabe só nascem homens nesta mesma ilha....peço desculpa pela vergonha que acabaram de sentir a ler a minha piada) e foi regravada por artistas diversos como Janis JoplinBonnie Tyler ou Michael Bolton (ainda com os seus caracóis loiros)

Foi também gravada pelos 2 intérpretes que eu escolhi para hoje e que vos deixo para votação, Lady Nina Simone (que gravou a sua versão em 1969) e pelo crooner Michael Bublé (que gravou a sua versão em 2013 para o álbum To Be Loved)

Não Plagiarás o Próximo - To Love Somebody Cover

Versão Bee Gees

Versão Nina Simone

Versão Michael Buble

Saudações Eestianas!

26.03.12

Mas onde é que eu já ouvi isto?! "Lean on me"

E esta hein

1 mês depois, eis que volta o "E Esta Hein?!"...Depois de um tempo em que não tive tempo nenhum (passe a redundância), volto (espero eu) de vez, para voltar a mostrar-vos coisas que me vão "tocando" no dia-a-dia, vídeos que encontro, parvoíces que me passam na cabeça (que até são muitas), coisas engraçadas e outras menos engraçadas...enfim...o que vocês já sabem...

 

Antes de voltarmos à nossa (vossa) rubrica sobre covers, quero agradecer a todos os que continuaram a visitar, a comentar e a apreciar o blog mesmo neste tempo de interregno...

 

E neste post nº 201 (esqueci-me de mencionar no último que era o 200...mais uma vez obrigado por terem ajudado a que já fossem tantos posts) a nossa votação vai ser uma "homenagem" a todos os meus amigos, a todos os que me ajudaram nestes posts e a toda a gente que gosta de mim...{#emotions_dlg.happy}

 

A música é um original de Bill Withers, chama-se "Lean on me" e fala sobre a amizade pura, sobre como nos devemos e podemos apoiar nos verdadeiros amigos, e até na reciprocidade dessa mesma amizade...É uma música que gosto muito e que me faz sempre pensar num mundo melhor (e com isto já me posso candidatar a Miss Universo! {#emotions_dlg.clown}) As versões são a original (de Bill Withers), a de uma banda germânica chamada 2-4 Family e a de Michael Bolton...Espero que gostem e toca a votar!!! Saudações Eestianas...

 

Versão de Bill Withers

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Versão de 2-4 Family

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

Versão de Michael Bolton


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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